Word of the Day
beatitude | |
| Definition: | Supreme blessedness or happiness. |
| Synonyms: | blessedness, beatification |
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provided by The Free Dictionary
Tuesday, January 31, 2012
Inaninamate masculine genitive in a in West Slavic languages
I've noticed that among Polish, Slovak, and Czech, Polish has the most instances of an inanimate masculine genitive in a, followed by Slovak and then by Czech. Nevertheless, I've discovered a Czech word with an inanimate masculine genitive in a, but with a u in Polish and Slovak. It is Czech ocet (vinegar), genitive singular octa. Slovak ocot and Polish ocet have octu in the genitive singular.
Sunday, January 29, 2012
Etymology of liliac in Romanian
This Romanian dictionary states that liliac (bat, the animal) comes from Bulgarian liljak. Bulgarian doesn't have this word, though, it is Macedonian that does. Bat in Bulgarian is prilep (прилеп).
Monday, January 23, 2012
Monday, January 9, 2012
Kovboj
The English word cowboy probably got this Czech spelling when not many people knew how to pronounce English as kovboj doesn't resemble the pronunciation of cowboy at all, but how a Czech not knowing English might read it. If it entered the language today, it would probably be spelled kauboj.
Thursday, December 29, 2011
Table football
It is amazing how many names exist within the same language for table football. Just click on the languages on the left to see the panoply of terms.
Monday, December 26, 2011
Vánoce
Even though the norm requires Vánoce (Christmas) to be capitalized in Czech, I see it often in small letters, vánoce, which I find disrespectful. Vánoce with lower case v is probably due to the spelling norms in effect until 1993, which some people still regard as up to date.
Friday, December 23, 2011
Butterfly wings
I have found out there is a horrible disease that goes by the name Epidermolysis bullosa (EB). Nothing pretty about it, except maybe for the name that Czech speakers have devised for it: motýlí křídla, butterfly wings, due to the fragile skin people with that condition have.
Tuesday, December 20, 2011
Japanese birodo, velvet
I wonder why the Japanese word is ビロード (birodo), from Portuguese veludo, velvet. They could have ru/lu there: ビルド (birudo) or ベルド (berudo). I don't doubt that some Portuguese speakers may pronounce (I don't) the ve there as vi, as that syllable is unstressed, and that's how Japanese got bi, but ro (ロ) instead of ru (ル)? Such things may happen as a speaker does not hear the sounds of a foreign word, but from lu to ro?
Monday, November 28, 2011
Dvoum and dvouma
The Czech numeral dva (masc.), dvě (fem./neut.), two, has the following declension: nominative and accusative dva/dvě, genitive and locative dvou, dative and instrumental dvěma.
Nevertheless, many people say dvoum in the dative and dvouma in the instrumental. That makes more sense than the standard forms, since dvoum ends in m in the dative, just like other nouns (studentům, students), adjectives (pěkným, pretty), and pronouns (těm, those). Dvouma ends in ma, just like rukama (hands/arms), nohama (legs/feet), očima (eyes), ušima (ears), and other words following a nonstandard declension: studentama instead of studenty, autama instead of auty and ženama instead of ženami.
Nevertheless, many people say dvoum in the dative and dvouma in the instrumental. That makes more sense than the standard forms, since dvoum ends in m in the dative, just like other nouns (studentům, students), adjectives (pěkným, pretty), and pronouns (těm, those). Dvouma ends in ma, just like rukama (hands/arms), nohama (legs/feet), očima (eyes), ušima (ears), and other words following a nonstandard declension: studentama instead of studenty, autama instead of auty and ženama instead of ženami.
Saturday, November 26, 2011
New language, new soul
The book Dreaming in Hindi states there is a Slovak proverb that goes With each new language, you acquire a new soul.
I looked for a literal translation online, something like S každým novým jazykom získaš novú dušu, but that didn't turn up anything. The proverb is probably that famous one Koľko jazykov vieš, toľkrát si človekom, which we also find in Czech, Kolik jazyků znáš, tolikrát jsi člověkem, both meaning something like The more languages you know, the more of a person you are.
I looked for a literal translation online, something like S každým novým jazykom získaš novú dušu, but that didn't turn up anything. The proverb is probably that famous one Koľko jazykov vieš, toľkrát si človekom, which we also find in Czech, Kolik jazyků znáš, tolikrát jsi člověkem, both meaning something like The more languages you know, the more of a person you are.
Thursday, November 17, 2011
Onze-horas
A palavra do dia deste dicionário português é onze-letras: Intermediário de amores. = ALCOVITEIRO
Diz que é brasileirismo. Eu não acreditei muito e fui conferir. O Aulete confirma. Esta palavra lembrou-me outra interessante que aprendi por intermédio do catalão finestrer, a palavra janeleiro. Acho que se poderia usar esse vocábulo para qualificar as senhoras, principalmente de antiga, que não tinham o que fazer e ficavam à janela para saber da vida dos outros. Há também o verbo janelar.
Como quem procura acha (nem sempre), descobri que em espanhol há ventanear e ventanero.
Diz que é brasileirismo. Eu não acreditei muito e fui conferir. O Aulete confirma. Esta palavra lembrou-me outra interessante que aprendi por intermédio do catalão finestrer, a palavra janeleiro. Acho que se poderia usar esse vocábulo para qualificar as senhoras, principalmente de antiga, que não tinham o que fazer e ficavam à janela para saber da vida dos outros. Há também o verbo janelar.
Como quem procura acha (nem sempre), descobri que em espanhol há ventanear e ventanero.
Tuesday, November 15, 2011
Respeitamente
www.proz.com/kudoz/portuguese_to_english/law_general/4590545-arquivar_se_á_desde_já_o_processo.html
Assim, quanto á divida respeitamente a Ms Fulando arquivar-se-á desde já o processo???
Respeitamente? Será que os magistrados se comunicam assim mesmo, e o pior achando que estão abafando? Sei que às vezes eles dizem umas coisas bem estranhas (estranhas aqui é eufemismo para erradas), mas respeitamente é de lascar. Os advérbios em mente são todos formados a partir de adjetivos no feminino, o que significaria que respeitamente viria do adjetivo respeita, feminino do adjetivo respeito, mas tal adjetivo não existe! Respeito é substantivo. É a primeira vez que vejo um formado a partir de um substantivo.
Não bastam quanto a, com relação a, no tocante a e quejandos?
Não vou nem falar do á, que pode ter sido erro de digitação.
Assim, quanto á divida respeitamente a Ms Fulando arquivar-se-á desde já o processo???
Respeitamente? Será que os magistrados se comunicam assim mesmo, e o pior achando que estão abafando? Sei que às vezes eles dizem umas coisas bem estranhas (estranhas aqui é eufemismo para erradas), mas respeitamente é de lascar. Os advérbios em mente são todos formados a partir de adjetivos no feminino, o que significaria que respeitamente viria do adjetivo respeita, feminino do adjetivo respeito, mas tal adjetivo não existe! Respeito é substantivo. É a primeira vez que vejo um formado a partir de um substantivo.
Não bastam quanto a, com relação a, no tocante a e quejandos?
Não vou nem falar do á, que pode ter sido erro de digitação.
Sunday, November 6, 2011
Posto que
Posto que originalmente se usava com verbo no subjuntivo e significava embora, apesar, ainda que. Daí passaram a usá-lo com verbo no indicativo com o significativo de já que, como, uma vez que.
Como ficamos nesta frase?
Posto que as pessoas se gostem e que a vida delas já está (voluntariamente) embaralhada, começa a discussão sobre viver ou não viver junto - que está longe de ser simples.
O primeiro verbo aparece no subjuntivo, que sugere embora, já o segundo está no indicativo, que sugere uma vez que. E agora? Acho bem pouco provável que o primeiro verbo dê uma ideia concessiva e o segundo uma ideia causativa, mas vá lá saber. Será que a intenção foi usar gostam? Será gostem um simples erro de digitação?
Como ficamos nesta frase?
Posto que as pessoas se gostem e que a vida delas já está (voluntariamente) embaralhada, começa a discussão sobre viver ou não viver junto - que está longe de ser simples.
O primeiro verbo aparece no subjuntivo, que sugere embora, já o segundo está no indicativo, que sugere uma vez que. E agora? Acho bem pouco provável que o primeiro verbo dê uma ideia concessiva e o segundo uma ideia causativa, mas vá lá saber. Será que a intenção foi usar gostam? Será gostem um simples erro de digitação?
Friday, November 4, 2011
Absogro
Descobri a palavra absogro, que é o avô do sogro ou da sogra. Mas acho que seria mais útil saber que nome se dá aos pais dos sogros, já que se trata de relações mais próximas. Se os avós de João, casado com Maria, se chamam Ana e Francisco, o que são eles em relação a Maria? Não me adianta muito saber que os bisavós de João, Teresa e Leonel, são os absogros de Maria, que são pessoas que, pela grande diferença de idade, talvez já tenham falecido antes de João e Maria se unirem em matrimônio.
Tuesday, November 1, 2011
Halina Tolowski e Bogdana Malkowa
Do livro susodito:
Como em todoso os domingos, Halina Tolowski volta para casa,..., depois de visitar sua amiga de infância Bogdana Malkowa.
Halina e Bogdana são de Zelazowa Wola, uma aldeia no leste da Polônia.
Acontece que Halina, como boa polonesa que é, não pode ter o sobrenome Tolowski. Por quê? Porque os sobrenomes terminados em ski são adjetivos, e como tais, declinam-se em gênero, número e caso. Como Halina é mulher, seu sobrenome deveria estar no feminino também, a saber, Tolowska, e isso não muda quando uma eslava se muda para o Brasil.
O nome Malkowa também é estranho. Descobri que há uma cidade na Polônia chamada Małkowo, daí seria possível dizer Bogdana z Małkowa (de Małkowo). Existe o nome russo Malkov (em alfabeto cirílico: Малков), feminino Malkova (Малковa) em russo. Tenho uma polonesa tivesse esse nome, seria chamada Małkow, com a letra ł, que soa como u em água, usada para transliterar a letra л, sem o a que aparece em russo por não se tratar de adjetivo. Outra opção seria chamar-lhe Bogdana Małkowska, agora sim com a, por ser adjetivo.
Talvez não seja possível pôr o diacrítico no livro, na minha versão digital não há, mas o correto é Żelazowa Wola, com um pontinho em cima do z. O z sem ponto lê-se como o nosso z, o z com ponto é como o nosso j.
Como em todoso os domingos, Halina Tolowski volta para casa,..., depois de visitar sua amiga de infância Bogdana Malkowa.
Halina e Bogdana são de Zelazowa Wola, uma aldeia no leste da Polônia.
Acontece que Halina, como boa polonesa que é, não pode ter o sobrenome Tolowski. Por quê? Porque os sobrenomes terminados em ski são adjetivos, e como tais, declinam-se em gênero, número e caso. Como Halina é mulher, seu sobrenome deveria estar no feminino também, a saber, Tolowska, e isso não muda quando uma eslava se muda para o Brasil.
O nome Malkowa também é estranho. Descobri que há uma cidade na Polônia chamada Małkowo, daí seria possível dizer Bogdana z Małkowa (de Małkowo). Existe o nome russo Malkov (em alfabeto cirílico: Малков), feminino Malkova (Малковa) em russo. Tenho uma polonesa tivesse esse nome, seria chamada Małkow, com a letra ł, que soa como u em água, usada para transliterar a letra л, sem o a que aparece em russo por não se tratar de adjetivo. Outra opção seria chamar-lhe Bogdana Małkowska, agora sim com a, por ser adjetivo.
Talvez não seja possível pôr o diacrítico no livro, na minha versão digital não há, mas o correto é Żelazowa Wola, com um pontinho em cima do z. O z sem ponto lê-se como o nosso z, o z com ponto é como o nosso j.
Sunday, October 30, 2011
Gastrimargia
Extraído de As Esganadas: O título da carta apostólica é: Gula. Indulgentia de obesitate. No texto, o Sumo Pontífice explica que a gula, ou gastrimargia, não deve mais ser considerada pecado.
Procurei gastrimargia em várias dicionários de português e não encontrei. Encontrei isto na Wikipédia: Desde una perspectiva religiosa a la melancolía se la categorizó como "demonio", entendido como tentación o pecado, pasando a denominarse acedia o apátheia (desidia, apatía).19 Los ocho pecados capitales eran la gastrimargia, la fornicatio, la philargyria, la tristitia, la cenodoxia (esta fue eliminada por Tomás de Aquino, quedando para el acervo popular los siete pecados capitales), la ira, la superbia y la acedia o taedium cordis (desidia, sutilmente diferente de la tristeza o de la pereza), que parece indicar que o termo era usado em latim, de claros moldes gregos. Gastér, genitivo, gastrós, significa ventre, estômago, e márgos é insolente, impudico, louco, desregrado, glutão.
Procurei gastrimargia em várias dicionários de português e não encontrei. Encontrei isto na Wikipédia: Desde una perspectiva religiosa a la melancolía se la categorizó como "demonio", entendido como tentación o pecado, pasando a denominarse acedia o apátheia (desidia, apatía).19 Los ocho pecados capitales eran la gastrimargia, la fornicatio, la philargyria, la tristitia, la cenodoxia (esta fue eliminada por Tomás de Aquino, quedando para el acervo popular los siete pecados capitales), la ira, la superbia y la acedia o taedium cordis (desidia, sutilmente diferente de la tristeza o de la pereza), que parece indicar que o termo era usado em latim, de claros moldes gregos. Gastér, genitivo, gastrós, significa ventre, estômago, e márgos é insolente, impudico, louco, desregrado, glutão.
Friday, October 28, 2011
Colocação pronominal de suposto personagem português de As Esganadas
Dialect fail in books: http://separatedbyacommonlanguage.blogspot.com/2011/05/dialect-fail-in-books-your-help.html
Como atesta o link acima, muitas vezes o autor de determinado país não consegue reproduzir bem diálogos travados em outros países ou até mesmo noutras regiões onde se fala a mesma língua. No livro As Esganadas há vários exemplos de deslizes nesse quesito, no caso específico deste post quanto à colocação pronominal praticada por um português, que vive há algum tempo no Rio de Janeiro. Nele aparece a visão exagerada de vários brasileiros, que os portugueses sempre colocam os pronomes depois do verbo, o que não é verdade.
Por uma feliz coincidência, antes de vir pro Brasil e tornar-se empresário de sucesso, este vosso criado era inspector de polícia em Lisboa. Se a modéstia não impedisse-me de dizê-lo, acrescentaria que meu talento dedutivo ajudou a elucidar uma série de crimes em Portugal... Depois que morreu-me o tio, expandi os negócios...
E o mais interessante no fim da conversa entre o português e o delegado de polícia brasileiro, quando aquele se vai, é o comentário:
Por enquanto, só acho mesmo que ele coloca muito bem os pronomes.
O que poderia ser sinal da influência brasileira sobre o português, ou então outro deslize do autor:
Não é nada disso, por favor, me desculpem.
Mais um exemplo:
Estou cá a pensar no perpetrador e se pode estimar, por exemplo, que trata-se de um músico frustrado.
Note-se que todas as marcações em negrito constituem colocações inadequadas, em qualquer variedade do português.
Como atesta o link acima, muitas vezes o autor de determinado país não consegue reproduzir bem diálogos travados em outros países ou até mesmo noutras regiões onde se fala a mesma língua. No livro As Esganadas há vários exemplos de deslizes nesse quesito, no caso específico deste post quanto à colocação pronominal praticada por um português, que vive há algum tempo no Rio de Janeiro. Nele aparece a visão exagerada de vários brasileiros, que os portugueses sempre colocam os pronomes depois do verbo, o que não é verdade.
Por uma feliz coincidência, antes de vir pro Brasil e tornar-se empresário de sucesso, este vosso criado era inspector de polícia em Lisboa. Se a modéstia não impedisse-me de dizê-lo, acrescentaria que meu talento dedutivo ajudou a elucidar uma série de crimes em Portugal... Depois que morreu-me o tio, expandi os negócios...
E o mais interessante no fim da conversa entre o português e o delegado de polícia brasileiro, quando aquele se vai, é o comentário:
Por enquanto, só acho mesmo que ele coloca muito bem os pronomes.
O que poderia ser sinal da influência brasileira sobre o português, ou então outro deslize do autor:
Não é nada disso, por favor, me desculpem.
Mais um exemplo:
Estou cá a pensar no perpetrador e se pode estimar, por exemplo, que trata-se de um músico frustrado.
Note-se que todas as marcações em negrito constituem colocações inadequadas, em qualquer variedade do português.
Monday, October 17, 2011
Veran...?
Acabei de me dar conta de que há uma lacuna na língua portuguesa, conclusão a que cheguei comparando com o espanhol veraniego, adjetivo referente a verão. Se para primavera e inverno há dois pares, primaveral e primaveril, invernal e hibernal, e para outono temos outonal, o que temos para verão? Pois é, não temos nada com essa raiz. Mas felizmente podemos recorrer a estival.
Saturday, October 15, 2011
Negrinho
Ontem aprendi que no Rio Grande do Sul se chama negrinho ao que nunca imaginei que pudesse ter outro nome, por ser quase como uma marca registrada brasileira: o brigadeiro! Mas eles pelo menos têm consciência do atentado que cometem ao pobre doce traduzindo para brigadeiro na presença de seres não gaúchos, como eu.
Thursday, October 13, 2011
Y and B in Cyrillic
I've been toying with a crazy theory. Since the Cyrillic alphabet was based on Greek, the pronunciation of Cyrillic Y as oo may have been inspired by the Classical Greek pronunciation, which scholars believe to have been like French u or German ü. This sound is somewhat between ee and oo, with speakers of languages devoid of it sometimes hearing ee, sometimes hearing oo, and that's how it got into Cyrillic and the Slavic languages that use it, which have no need for the ü sound. Then the Y was lower-cased to y. A similar phenomenon may have affected Greek B, which was purportedly pronounced b in the classical period, but has evolved into a v sound in Modern Greek. Cyrillic B is pronounced v, which possibly suggests that betacism was already under way when B was adopted in the Cyrillic alphabet.
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