É um interessante que um livro de 1913, A confissão de Lúcio, traga a forma já visto enquanto nós, modernos, às vezes fazemos uso de déjà vu:
Enfim, para me entender melhor: esta sensação é semelhante, ainda que de sentido contrário, a uma outra em que provavelmente ouviu falar (que talvez mesmo conheça), a do já visto. Nunca lhe sucedeu ter visitado pela primeira vez uma terra, um cenário, e, numa reminiscência longínqua, vaga, perturbante, chegar-lhe a lembrança de que, não sabe quando nem onde, já esteve naquela terra, já contemplou aquele cenário?...
Nunca tinha visto tal livro =D
ReplyDeleteObservação interessante.