Já há tempos venho notando o uso, para mim estranho e exagerado, dos pronomes
dele ou
dela Jornal Nacional. Na edição de ontem ouviu-se "... o juiz do trabalho Marcelo Alexandrino recebeu a notícia de que o filho dele, de 11 anos, e a enteada..." Noto que a própria jornalista dispensou o pronome possessivo antes de
enteada e poderia tê-lo feito também antes de
filho. Será que existe algum livro de (mau) estilo que desaconselha o uso de
seu, que admito ser ambíguo às vezes, ou de nada, que os jornalistas da Globo têm de seguir para dizer tais coisas, tudo em nome da clareza? Para mim teria ficado tudo muito claro e elegante
sem possessivo nenhum.
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