Como se vê
aqui e
aqui, parece que X ter morto Y é uma construção comum em Portugal (no Brasil nunca ouvi, aqui dizemos que X tinha matado Y). Foi exatamente essa construção que me chamou a atenção no livro do moçambicano Mia Couto, Terra Sonâmbula, logo na primeira linha da primeira página. Eis a frase em apreço: Naquele lugar, a guerra tinha morto a estrada.
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