Word of the Day
beatitude | |
| Definition: | Supreme blessedness or happiness. |
| Synonyms: | blessedness, beatification |
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provided by The Free Dictionary
Friday, July 10, 2009
Subjunctive
I've seen the use of the indicative instead of the subjunctive in British writers, but this doesn't seem to be common among Americans, especially in edited prose. David W. Anthony, in his book The Horse, the Wheel and Language, writes: First, for Proto-Indo-European to have remained a unified dialect chain for more than thirty-five hundred years, from 6500 to 30000 BCE, would require that all its dialects changed (instead of change) at about the same rate and that the rate was (instead of be) extremely low. The funny thing is that he uses the indicative with require earlier in the book, but I can't locate that page. I'll be on the lookout for other examples.
Thursday, July 9, 2009
Nunchaku e tchaco
Acabei de descobrir que o instrumento que sempre conheci como tchaco (com esta pronúncia, mas não está dicionarizado) é mais corretamente chamado de nunchaku ou até mesmo matracas em português. Na Internet há quatro vezes mais páginas em português com nunchaku do que com tchaco, mas tchaco aparece numa música do grupo É o Tchan, o que significa que não sou só eu que ouço e digo tchaco (não que o diga todos os dias). O curioso também é que a palavra tchaco não consta como variante da página da Wikipédia que define o termo. Pergunto-me se tchaco é uma corruptela de nunchaku e como é conhecido em outras regiões do Brasil (fora São Paulo), se como nunchaku ou tchaco (mas o grupo É o Tchan é da Bahia, o que poderia indicar que a designação tchaco não tem restrições regionais). Há também a possibilidade de que os praticantes da arte usem o nome correto e os leigos como eu, a forma "corrompida".
Saturday, July 4, 2009
Menas
Já muitos de nós conhecemos (e acredito que isso a grande maioria dos que leem este blogue, que lida com a língua portuguesa, e com outras) a velha história de que não se deve usar menas, mas eu pergunto-me: por que não se deve (não que eu diga, só me pergunto)? Vários manuais de língua portuguesa dizem que menos, pseudo e alerta são invariáveis, mas por que, se são adjetivos e a própria gramática diz que os adjetivos concordam com os substantivos a que se referem em gênero e número? Ou alguém diria que são advérbios, que são invariáveis? Mas os advérbios por definição não podem modificar substantivo, então essa proposta também cairia por terra. Eu diria até que a maioria dos brasileiros usa alerta no plural (os soldados estavam alertas) e ninguém diz nada, e por que então se critica tanto quando alguém diz menas se estamos diante do mesmo erro? Só pode ser porque se tem martelado tanto nessa tecla que as pessoas vão aí dizendo que menas não existe (mas se muita gente diz, como não existe?).
Creio entender o que se passa na mente do falante que usa a palavra menas. Se o seu instinto linguístico lhe diz que o adjetivo concorda com o substantivo (pelo menos a concordância em gênero parece ser respeitada por todos, sem exceção), ele fá-los concordar, ainda mais pelo fato de menos ter a vogal o, que é a marca principal do masculino. Mas então por que quem diz menas comida usa um adjetivo aparentemente no plural (com a marca do s) e um substantivo no singular (sem s) e não sente nenhuma discordância? Acredito que aí entre em cena aquele velho fenômeno presente em vários falares brasileiros: o de pluralizar somente o primeiro elemento, o que tem até sua lógica, pois a pluralização de todas as palavras parece pouco econômica, visto que a primeira palavra já alerta o ouvinte de que se está falando no plural. É o que acontece com as mulher bonita, aqueles homem (ou mesmo home) feio, etc.
Creio entender o que se passa na mente do falante que usa a palavra menas. Se o seu instinto linguístico lhe diz que o adjetivo concorda com o substantivo (pelo menos a concordância em gênero parece ser respeitada por todos, sem exceção), ele fá-los concordar, ainda mais pelo fato de menos ter a vogal o, que é a marca principal do masculino. Mas então por que quem diz menas comida usa um adjetivo aparentemente no plural (com a marca do s) e um substantivo no singular (sem s) e não sente nenhuma discordância? Acredito que aí entre em cena aquele velho fenômeno presente em vários falares brasileiros: o de pluralizar somente o primeiro elemento, o que tem até sua lógica, pois a pluralização de todas as palavras parece pouco econômica, visto que a primeira palavra já alerta o ouvinte de que se está falando no plural. É o que acontece com as mulher bonita, aqueles homem (ou mesmo home) feio, etc.
Wednesday, July 1, 2009
Polish and Slovak mimo
I've already addressed Czech mimo here. As with most other products in the Czech Republic, there was a Slovak label I read today that caught my attention because it used mimo + the genitive case: ... mimo dosahu deti (... out of the reach of children). I guess it is standard in Slovak, but not in Czech, which requires the accusative case. Then it occurred to me that Polish also has mimo, but uses it with the meaning despite and after it the genitive case. Could it be that standard Czech's preference for the accusative case after mimo is an innovation and there are some holdovers where the genitive, as on that sign I wrote about, is still employed?
Tuesday, June 30, 2009
Lover of beer
I sent the following e-mail to a couple of fellow logophiles. Let's see if they can help me.
If an oenophile is a lover or connoisseur of wine, what is the Greek for a lover or connoisseur of beer? I looked for the ancient Greek word, but couldn't find it (this dictionary has too long a translation or tells me to use the word for wine). Modern Greek has bira, I suppose from Italian birra, but a biraphile wouldn't pack the desired punch. If we take Latin and create a hybrid, we could get cerevisiaphile, which doesn't look very pretty either. What do you think?
If an oenophile is a lover or connoisseur of wine, what is the Greek for a lover or connoisseur of beer? I looked for the ancient Greek word, but couldn't find it (this dictionary has too long a translation or tells me to use the word for wine). Modern Greek has bira, I suppose from Italian birra, but a biraphile wouldn't pack the desired punch. If we take Latin and create a hybrid, we could get cerevisiaphile, which doesn't look very pretty either. What do you think?
Wednesday, June 17, 2009
Correr cleaner
Tenho um programa chamado CCleaner que varre todo o meu computador em busca de vírus e outros elementos nocivos. Quando se lhe pede que inicie a varredura, aparece a opção correr cleaner. Vê-se claramente o inglês por trás disso (run cleaner). Em inglês pode-se run algo, o verbo também é transitivo, mas em português não é possível nesta acepção. E o que cleaner está fazendo aí em português? Isso tudo me cheira àquelas traduções eletrônicas que não reconhecem determinada palavra e a repetem no texto de chegada. Teria sido muito mais vernáculo algo como iniciar a limpeza/faxina/varredura. Palavras é o que não falta.
Tuesday, June 16, 2009
Catedral da Sé
Posso estar enganado, já que o catolicismo e sua intricada hierarquia não são o meu forte, mas penso que Catedral da Sé é uma expressão pleonástica. Se sé já se refere à igreja, ou até mesmo possivelmente a uma catedral, Catedral da Sé seria a catedral da catedral. O que deve ter acontecido é que a área onde se construiu a catedral ficou conhecida como Sé por metonímia e depois se sentiu a necessidade de especificar o lugar de culto católico e destacá-lo dos arredores por meio da palavra catedral.
Monday, June 15, 2009
Candidatizar
Empezó mal, pero terminó bien. Víctor García de la Concha, el activísimo director de la Real Academia Española, quiso explicar a las mujeres que lo escuchaban que la institución que ellas consideran discriminatoria no lo es. La evidencia iba en su contra, pues de 40 académicos solo tres son mujeres y la Academia llevaba 266 años de vida sin una sola dama a bordo cuando fue por fin elegida, en 1979, la primera académica. A María Moliner, autora de uno de los más famosos diccionarios de nuestra lengua, la candidatizaron con sobra de méritos en 1972 y resultó derrotada.
¿Por qué candidatizar si ya existen candidatear, postular, proponer, presentar...?
¿Por qué candidatizar si ya existen candidatear, postular, proponer, presentar...?
Sunday, June 14, 2009
Portuguese and Hungarian personal infinitives
I liked to think that Portuguese was one of the few languages that conjugated infinitives (and I still think it is), but I've found another language that does the same thing: Hungarian. Hungarian personal infinitives behave like Portuguese ones. Let's compare:
É preciso fazer isto.
Kell csinálni.
It's necessary to do this.
É preciso eu fazer isto.
Kell csinálnom.
It's necessary for me to do this.
É preciso fazeres isto.
Kell csinálnod.
It's necessary for you to do this.
É preciso ele/ela fazer isto.
Kell csinálnia.
It's necessary for him/her/it do to this.
É preciso fazermos isto.
Kell csinálnunk.
It's necessary for us to do this.
É preciso fazerdes isto.
Kell csinálnotok.
It's necessary for you (plural) to do this.
É preciso fazerem isto.
Kell csinálniuk.
It's necessary for them to do this.
É preciso fazer isto.
Kell csinálni.
It's necessary to do this.
É preciso eu fazer isto.
Kell csinálnom.
It's necessary for me to do this.
É preciso fazeres isto.
Kell csinálnod.
It's necessary for you to do this.
É preciso ele/ela fazer isto.
Kell csinálnia.
It's necessary for him/her/it do to this.
É preciso fazermos isto.
Kell csinálnunk.
It's necessary for us to do this.
É preciso fazerdes isto.
Kell csinálnotok.
It's necessary for you (plural) to do this.
É preciso fazerem isto.
Kell csinálniuk.
It's necessary for them to do this.
Friday, June 12, 2009
Lipodistrofia ginoide
Uma amiga disse-me que o nome correto para a celulite é lipodistrofia ginoide e que celulite é uma inflamação das células muito mais grave. Lipodistrofia ginoide faz sentido, já que lipo = gordura, distrofia = desenvolvimento insuficiente, ginoide = referente à mulher, uma vez que é raríssimo homens padecerem desse mal. Mas seria engraçado ver nas capas de revistas femininas Acabe já com a sua lipodistrofia ginoide! Dez dicas para dar adeus à sua lipodistrofia ginoide.
Thursday, June 11, 2009
Escaninho
Ouvindo A Way with Words, um programa sobre a língua inglesa que muito me agrada, em que discutiam o porquê de pigeonhole, lembrei-me de escaninho, que ouvia com frequência durante quatro anos numa escola de línguas. Depois nunca mais a ouvi. Não é interessante como determinadas palavras fazem parte da sua vida por um tempo e depois simplesmente desaparecem?
Wednesday, June 10, 2009
Joule
Lembro que meus professores de Física (ou eram de Química?), pronunciavam joules como jáulis. Acabei de me inteirar de que o nome do cientista que inventou essa unidade era pronunciado ˈdʒuːl/(com esta ressalva: : "Although some people of this name call themselves (dʒaʊl), and others (dʒəʊl) [the OED format for /ˈdʒoʊl/], it is almost certain that J. P. Joule (and at least some of his relatives) used (dʒuːl).), o que poderia levar a uma pronúncia mais abrasileirada "djul", que rima com azul.
Tuesday, June 9, 2009
Bats
Quando era criança, jogava bétis/betes (não aparece no dicionário), também chamado de taco em outras regiões, com as crianças da rua. Ainda se veem esporadicamente algumas jogando, mas acho que a maioria agora prefere ficar em casa na frente do computador ou fazendo coisas bem piores. Bétis/betes, que pronunciávamos bets com e aberto), ocorreu-me hoje, deve vir do inglês bats, que além de morcegos significa também tacos, como os de beisebol, que deve ter inspirado o nosso/a nossa bets. E agora que escrevo sobre isto, confesso que não sei qual seria o gênero de bétis/betes, já que dizíamos sempre jogar bets sem artigo nenhum.
Monday, June 8, 2009
Affray
I learned this word today while playing The Oxford Game with a student of mine. It means a public fight, a noisy quarrel, a brawl. The verb affray doesn't seem to mean to fight, though. It's marked archaic and means to frighten. If you conjugate it in the past, it sounds like afraid, which connects it better with fear.
This is a sentence I found online with the word: Generals Loring and Reynolds and Major Campbell testify to circumstances which, in their judgment, clearly show that the affray was premeditated by Butler and his friends and that their purpose was to take the life of Major Campbell. I see now there's even a legal definition for affray.
This is a sentence I found online with the word: Generals Loring and Reynolds and Major Campbell testify to circumstances which, in their judgment, clearly show that the affray was premeditated by Butler and his friends and that their purpose was to take the life of Major Campbell. I see now there's even a legal definition for affray.
Sunday, June 7, 2009
Twitteiro
Vi twitteiro outro dia na revista Época. O sufixo -eiro tem as acepções || suj. s. m. V.... eira. || Também significa lugar, situação, habitação: atoleiro, lameiro, picadeiro. || ?, suf. adj. designa aptidão, hábito, profissão, ofício: casamenteiro, pregoeiro, aventureiro, cozinheiro. [Estes adjetivos podem substantivar-se.] F. lat....arius. Está bem, sejamos mais tolerantes e extrapolemos o significado de -eiro para pessoas que são aficionadas a algo, mas ainda temos dois problemas: o primeiro, que não é mais problema segundo a nova ortografia, é a presença da letra w, até então inexistente na língua portuguesa (mas que já aparecia em palavras como wagneriano, o mesmo pode ser dito sobre o k e o y); o segundo é que Twitter foi truncado. Se Twitter é a raiz da palavra (e twitter significa gorjear em inglês) e se lhe apomos o sufixo -eiro, obtemos twittereiro. Mas aparentemente quem criou o malfadado twitteiro em português deve ter pensado que a raiz era twitt ou, o que é pior, twit, que pode significar zombar de alguém ou até mesmo, como adjetivo, referir-se a uma pessoa insignificante ou que incomoda. Levássemos ao pé da letra, um twitteiro seria então alguém que tende a encher o saco, ou o já notório mala. Tudo bem, então não sejamos tão radicais, mas acho que ficaria mais bonitinho se pelo menos escrevêssemos tuiteiro bem à portuguesa, como já foi feito com roqueiro, blogueiro (de rock e blog no original, sem qu e u, respectivamente). É, acho que os tempos mudaram. Antigamente não se sabia tanto inglês e adaptavam-se as coisas mais facilmente; agora quem sabe acoima quem não sabe de caipira, interiorano, provinciano, ignorante, atrasado, etc., por dar veste portuguesa ao termo estrangeiro e assim demonstra mais reverência ao forasteiro e acaba dando patadas à querida língua portuguesa.
Saturday, June 6, 2009
Cúrcuma
A cúrcuma é uma especiaria asiática, coisa que ouvi alguns meses atrás da minha mulher, exímia cozinheira, que às vezes usa cúrcuma na comida. Entretanto, ela, talvez por ser estrangeira, pronunciava-a curcuma com acento na segunda sílaba, e eu, como nunca tive interesse em cozinhar, só em comer, nunca pensei muito nessa palavra até que hoje uns amigos vieram almoçar conosco e uma amiga pronunciou cúrcuma como proparoxítona. Eu imediatemente perguntei: mas é cúrcuma ou é curcuma? Como nem a amiga nem a minha mulher tinham certeza, procurei no dicionário e não é que descobri que é cúrcuma? Deveria tê-lo feito antes, porque agora que estou acostumado a ouvir curcuma (bem, para ser sincero, só ouço da minha mulher) será um pouco difícil acostumar-me à tal da cúrcuma.
Atualização em 7 de setembro de 2014: Há dicionários que registram a forma paroxítona curcuma, são eles Priberam (português), Infopédia (português), o Vocabulário Ortográfico Português (português) e o Aulete (brasileiro). Os que abonam cúrcuma são o Houaiss 2009 e o VOLP da Academia Brasileira de Letras.
Atualização em 7 de setembro de 2014: Há dicionários que registram a forma paroxítona curcuma, são eles Priberam (português), Infopédia (português), o Vocabulário Ortográfico Português (português) e o Aulete (brasileiro). Os que abonam cúrcuma são o Houaiss 2009 e o VOLP da Academia Brasileira de Letras.
Friday, June 5, 2009
Bizuário
Um amigo meu, engenheiro da Embraer, sabendo do meu interesse por línguas, disse-me que no seu ambiente de trabalho ouviu pela primeira vez uns seis meses atrás o termo bizuário, que o intrigou. Eu, talvez por associar com palavras como apiário, quando ouvi a palavra, imaginei uma coleção de insetos de nome bizu oriundos da Amazônia ou da África. Segundo a explicação do meu amigo, trata-se de uma seção em algum programa informático com dicas e informações de como realizar determinado serviço. Ele aventou a possibilidade de bizuário vir de bizu, que aparece na gíria dar um bizu, dar uma olhada, que me parece bem plausível. Este sítio diz que bizuário é um apanhado de informações. Este blogue, define bizu como dicas, tem até o nome bizuário no seu endereço. Esta página que é uma espécie de dicionário inclui tanto bizu quanto bizuário. E aqui há uma explicação que parece convincente quanto à origem do termo bizu.
Julgando a etimologia, parece que eu não estava tão distante da realidade ao imaginar insetos.
Julgando a etimologia, parece que eu não estava tão distante da realidade ao imaginar insetos.
Thursday, June 4, 2009
Steatopygous asses
I happened upon this phrase in a book excerpt in a recent Speak Up issue. The translation given in the box with difficult terms on the right was bundas arrebitadas. Since I'd never seen the word steatopygous, though I knew pygous was related to buttocks as I knew the word callipygous/callipygian, I didn't dispute it, but when I got home, I checked my dictionaries and found the meaning of steatopygous. In Portuguese the word arrebitado means turned up, as a nariz arrebitado, a turned up/snub nose, and has an appreciative connotation when referring to posteriors, which steatopygous doesn't.
But I also have a problem with the phrase steatopygous asses in English. According to the dictionary, steatopygous means extreme accumulation of fat on and about the buttocks, esp. of women, thus the word should only describe people, not asses themselves.
But I also have a problem with the phrase steatopygous asses in English. According to the dictionary, steatopygous means extreme accumulation of fat on and about the buttocks, esp. of women, thus the word should only describe people, not asses themselves.
Wednesday, June 3, 2009
Gestuar ou gestualizar
Eis uma pergunta interessante no Ciberdúvidas. Eles respondem que não encontraram nem gestuar nem gestualizar em nenhum dicionário, mas o último termo aparece neste dicionário, ainda que não exatamente com o mesmo significado. Gostei de descobrir que em Portugal se referem à linguagem dos surdos-mudos como língua gestual, enquanto no Brasil normalmente se diz linguagem de sinais. Talvez por isso nenhum dos termos, seja gestuar seja gestualizar, venha a se impor no Brasil. Note-se que em inglês se usa o verbo sign (acepção 20 do primeiro dicionário), fenômeno bastante corriqueiro e prático de transformar substantivo (sign language) em verbo, o que a língua portuguesa não nos permite com tanta facilidade. Dada a nossa palavra sinal, poderíamos ter a partir dela sinalizar, mas não me consta que seja usada nesse contexto. Acredito que o que mais se usa seja uma perífrase como traduzir para a linguagem de sinais ou algo do tipo. Ou melhor, parece que sim se usa sinalizar nesse meio como se sugere nestas páginas.
Tuesday, June 2, 2009
Odontofobia
Mais uma asneira "oficial" que descobri a par de homofobia. Rigorosamente quem tem odontofobia teria medo de dentes, não de dentistas. Da mesma maneira o homófobo teria medo do igual, já que homos é igual em grego, e não medo de homossexuais. Parece que estão simplesmente apondo fobia ao radical da palavra sem se ater ao sufixo que lhes delimita o significado.
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