Word of the Day
beatitude | |
| Definition: | Supreme blessedness or happiness. |
| Synonyms: | blessedness, beatification |
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Saturday, September 15, 2007
Fiado não cara
É possível que você tenha interpretado o título desta nota da mesma forma que eu, quando a vi hoje de manhã no capacete de um motociclista. Primeiro pensei que se tratasse de Fiado (sujeito) não (advérbio de negação) e cara (terceira pessoa do singular do verbo *carar, inexistente), mas como isso não faz absolutamente nenhum sentido, deu-me aquele estalo: Fiado não, cara! ou Fiado? Não, cara! Que falta faz uma boa pontuação!
Pititico
Although I've been grown up with the word pititico, it's not in my dictionary, maybe it's too regional or too slangy, I don't know, but what interests me is that it's a diminutive form of the standard pequeno and just so similar to Catalan/French petit and Spanish petizo. Some concepts and sounds seem to permeate a particular branch of languages. This has always intrigued me.
Wednesday, September 12, 2007
Vlna tsunami
Tento výňatek článku novin Aktuálně upoutal mou pozornost: "Jakarta - Indonéské zemětřesení způsobilo vrásky i africkému Mosambiku. Tamní úřady vydaly varování před vlnou tsunami, která měla vzniknout právě po zemětřesení v jihovýchodní Asii a doporučili obyvatelům pobřeží evakuaci." Tsunami (japonsky 津波) doslova znamená vlna přístavu, což naznačuje, že se pojetí vlny už nalézá v japonském výrazu. Samozřejmě nemůžeme vyžadovat, aby všichni novináři uměli japonsky, ale psaní vlna tsunami možná ukazuje, že si žurnalista není celkem jist významem slova.
Los o les precede
Hoy he leído un texto que decía les precede. Como yo habría dicho los precede, me surgió la duda si tendría yo o ellos la razón y fui a averiguar en la RAE, según la cual "El complemento directo exige el uso de las formas pronominales de acusativo lo(s), la(s): «Huidobro lo precede en el tiempo» (Paz Sombras [Méx. 1983]). No obstante, la presencia obligada de la preposición a ante este complemento favorece el uso de la forma de dativo le(s), frecuente incluso en zonas no leístas: «Al inspector eclesiástico siempre le precede [...] el olor del cubo con el cual se confiesa» (RBastos Vigilia [Par. 1992])." Pero lo que pasa es que país más leísta que Paraguay no puede existir. Ellos incluso usan le para las cosas, como informa la propia RAE: "c) En el Paraguay, el guaraní es lengua oficial junto con el español. El bilingüismo es prácticamente general y la consecuencia principal de la influencia del guaraní en el español hablado en esta zona es el uso exclusivo de le con referentes tanto animados como inanimados, independientemente de la función sintáctica del pronombre y del género de su antecedente:
«Si vos esa pregunta le trasladás a Oviedo y le trasladás a Nenín Viveros Cartes y te dicen la misma cosa [...], quiere decir que es un verdadero genio, Nicolás» (Abc [Par.] 19.12.96). En ciertas zonas del noreste de la Argentina, el español se halla en contacto con el guaraní, por lo que se encuentran manifestaciones leístas semejantes a las paraguayas. Sin embargo, no están tan extendidas entre las capas cultas por el influjo que en estas ejerce la norma estándar nacional, que rechaza fuertemente el leísmo."
Saturday, September 8, 2007
Vou chegando
Por que será que algumas pessoas, ao dizerem que está na hora de irem embora, dizem Vou/vamos chegando, quando querem dizer exatamente o contrário, que estão indo?
Friday, September 7, 2007
Písmeno s latinských slov
Chtěl bych vědět, proč se česky píší slova jako konzultovat a arzenál s písmenem z a ne s písmenem s, které se v těchto slovech objevuje v latině a v románských jazycích. Češi by měli mít sklon k výslovnosti takových s jako s, protože to písmeno s tou výslovností mají ve své mateřštině, ale jednali proti té tendenci. Možná němčina, jež v takových případech vyslovuje s jako z, měla vliv na způsob, jak Češi vyslovují a píší ta slova.
Месяцы
У месяцев в славянских языках интересные названия. Месяцы по-русски имеют латинские обозначения, хотя русский язык се пишет на кириллическом алфавите и православное большинство говорит на этом языке, а на других славянских языках, например по-чешски и по-польску, се использует латиница и есть славянские названия для месяцев. Католическая церковь, которая доминировала/доминирует в Чешской Республике и в Польше, "наложила" латинский алфавит, алфавит языка употребленнего её духоженством. Может быть, что греки, у которых есть тоже латинские названия для месяцев и состоят в ортодоксальной вере, повлияли на русских.
Thursday, September 6, 2007
Sou feliz por ser católico
Hoje mais uma vez me deparei com a frase Sou feliz por ser católico, que já tinha visto tantas vezes no vidro dos carros, mas que nunca me tinha chamado a atenção. Essa frase encerra uma ambigüidade, intencional ou não, mas como se trata de uma espécie de propaganda, talvez eu acabe votando pela primeira opção. Pode ser interpretada como Sou orgulhoso por ser católico/Ser católico me orgulha ou então Se sou feliz, é porque sou católico, em que por ser passaria a infinitivo pessoal que poderia ser trocado por porque sou católico.
Przypadki po przyimkach
Dopiero co zdałem sobie sprawę z tego, że, w przeciwieństwie do innych przyimków w językach słowiańskich, pansłowiański przyimek po wymaga miejscownika po czesku i po polsku, ale celownika po rosyjsku. Może dlatego, że znaczenie tego przyimka nie jest zawsze to same w tych trzech językach. W czeskim znaczy to samo jak w polskim (after), ale w rosyjskim znaczy tylko around/about, co jest czasem prawdą i w czeskim i w polskim.
Wednesday, September 5, 2007
Guiana
Pergunto-me se depois que entrar em vigor a nova ortografia da língua portuguesa, poderei escrever oficialmente Guiana com y, já que essa letra, além do k e do w, voltarão a fazer parte do nosso alfabeto. Por que Guiana com y? Aprendi a pronunciar essa palavra Gúi-ana, o que não é de forma alguma espelhado na ortografia, que, pelo contrário, nos faz pela lógica pronunciá-la Gui (como em Guimarães) ana. Instituindo-se o y, obviar-se-á a esse problema, já que o y aí passará a semivogal e Guyana voltará a ter uma escrita que condiz com a sua pronúncia. Além do mais, o y mantém-se nas formas originais inglesa (Guyana) e francesa (Guyane), portanto não estaremos sós.
Saturday, August 25, 2007
Psaní cizích slov v češtině
Nelíbí se mi, že v češtině existuje praxe zachovat původní pravopis cizích slov. Čeština je z 99% fonetický jazykp, ale tato slova jsou výjimkou z tohoto pravidla (říkám 99%, protože neznám žádný jazyk, který má tu vlastnost ze sta procent a protože české di a ti mají odlišné výslovnosti, když se objevují ve slovech cizího původu, jako diplomat). Proč nepíšeme ta slova, jak se vyslovují v češtině, jak jsme udělali např. se sendvičem (od sandwich) ? Nejhorší je, že je skloňujeme, což znamená, že jsou to napůl česká, napůl cizí. Co je nesprávného na slovech hendikep místo handicap a gej místo gay? Musíme pořád ukazovat lidem, že umíme anglicky? Pokud jim nechceme dát český kabát, mohli bychom alespoň varovat čtenáře, že příští slovo, které přečte, není české, a že bude muset přepnout mozek a pohnout jazykem určitým způsobem, aby to slovo správně vyslovil. Navrhuji, abychom používali uvozovky.
Membranhaut
Heute bin ich zum ersten Mal auf den Begriff Membranhaut gestoßen. Den finde ich höchst redundant. Schleimhaut kannte ich doch schon, aber Membranhaut war mir etwas Neues. Auf Latein bedeutet Membran schon Häutchen. Was tut Haut dort? Das ähnelt den korrupten englischen Wörtern PIN number (personal identification number number) und ATM machine (automatic telling machine machine). Meiner Ansicht nach trägt Haut nichts Neues zum Wort bei. Man könnte es einfach loswerden. Diese sprachlichen Überflüssigkeiten sind nur auf die Unwissenheit der Sprecher/Schreiber über die wirkliche Bedeutung bzw. Herkunft eines Wortes zurückzuführen. Eine bessere Erklärung finde ich nicht.
Adjetivando substantivos
Muito se tem dito a respeito do acolhimento, muitas vezes irrestrito e no meu entender nefasto, de termos estrangeiros, em sua esmagadora origem ingleses por motivos que são tão óbvios que nem vale a pena enumerar. A invasão anglo-saxônica é evidente no léxico, mas também deixa suas pegadas na sintaxe, acreditem se quiser. Agora em português, pelo menos no meu cantinho do mundo, parece terem-se generalizado construções do tipo alunos Fisk, funcionários Embraer, em vez dos escorreitos alunos da/do Fisk (já ouvi masculino e feminino num diálogo com a mesma pessoa) e funcionários da Embraer. O que está acontecendo aqui? Estão adjetivando um substantivo, praticamente uma cópia do inglês, que permite esse tipo de coisas, com a ressalva de que a língua de Shakespeare exige colocar-se o atributo antes do substantivo cujo significado se deseja delimitar. O português, pelo menos até pouquíssimo tempo atrás, não permitia esse tipo de estripulias, mas agora essas coisas ouvem-se a torto e a direito.
Poder-se-ia dizer que casos como navio-escola são semelhantes, com o que concordo, mas aí temos um auxílio visual, o hífen, que une os dois substantivos, além de ser uma expressão fixa e consagrada pelo tempo, cujo segundo elemento, pelo menos do meu conhecimento, não se vai apondo a qualquer elemento sem nenhum critério.
Poder-se-ia dizer que casos como navio-escola são semelhantes, com o que concordo, mas aí temos um auxílio visual, o hífen, que une os dois substantivos, além de ser uma expressão fixa e consagrada pelo tempo, cujo segundo elemento, pelo menos do meu conhecimento, não se vai apondo a qualquer elemento sem nenhum critério.
Friday, August 24, 2007
Enfileirar-se e outros ditongos
Algo hoje me chamou a atenção lingüisticamente falando ao assistir à comédia Humor de Quinta. Um dos humoristas pronunciou a palavra enfileirem de uma forma que nunca tinha ouvido: enfilerem, com e aberto. O erro de ortoepia/ortoépia deu-se por se considerar que o infinitivo, por ter acento na última sílaba, é enfilerar, já que o mais comum nas línguas neolatinas é que o ditongo apareça em sílaba tônica. Daí para enfilerem foi um pulo, fenômeno que também pode ser observado corriqueiramente com o verbo roubar, que por ter um ditongo átono, vira robar e logo sua formas rizotônicas, aquelas acentuadas na raíz, viram robo, robas, roba, robam, robe, robes e robem, pronúncia essa que não faz parte do português padrão, pelo menos não até agora. O mais interessante é que no mesmo dia em que ouvi enfilerem também ouvi quemar (em vez de queimar), mas aí talvez se trate não de uma pronunciação pessoal, e sim de um regionalismo, talvez freqüente no Estado de Minas Gerais, donde a pessoa é oriunda. Já tinha ouvido trenar, termo dicionarizado, comum no Rio de Janeiro, pelo menos julgando o que tenho ouvido na televisão. Chama-me a atenção que os mesmos fluminenses eliminem o ditongo de treinar, mas o acrescentem a doze, que é pronunciado por eles como se fosse escrito douze. Mais uma vez a posição do ditongo, se átono ou tônico, explica por que surgem essas pronúncias que não correspondem à língua padrão.
Wednesday, August 22, 2007
Nova ortografia da língua portuguesa
Parece que agora não há mais volta. A reforma ortográfica da língua portuguesa entrará em vigor em janeiro do ano que vem. Há modificações interessantes na reforma, como a simplificação do uso do hífen e a eliminação do acento circunflexo em português brasileiro dos grupos ôo e êe (vôo vira voo e dêem vira deem, como já é o caso em Portugal), mas não me agrada abandonar o trema, que nos ajuda a pronunciar corretamente os grupos gue, gui, que e qui, e também eliminar o acento de paroxítonas em éia e éio (idéia passa a ideia, grafia já oficial Portugal). Creio que teremos dificuldades em pronunciar corretamente as palavras novas que se nos depararem e teremos de recorrer ao dicionário, o que já fazemos/devemos fazer no caso do x. Poder-se-ia argumentar que não se marca com acento grave ou agudo o timbre aberto ou fechado do e e do o como se fazia até a década de 70 com o chamado acento diferencial (o almôço e eu almoço), coisa da qual não sentimos falta, mas é que nós da velha guarda sempre olhamos com maus olhos qualquer tipo de modificação. Ainda serão necessários anos e talvez gerações até que a nova ortografia, que por sinal atingirá apenas 2% das palavras do português na variante brasileira, seja plenamente implantada, o que implicará o treinamento de professores e a reimpressão de livros, ônus que agravarão ainda mais a economia de um país como o nosso, que tem preocupações muito mais prementes do que eliminar este ou aquele acento. Como se manterá a distinção entre Portugal e Brasil em algumas palavras (económico e econômico, respectivamente, por exemplo), qual é a vantagem de termos uma reforma que não chegará a todo o léxico compartilhado pelo mundo lusófono? O argumento de que o português tem duas ortografias e isso dificulta a sua penetração como língua de cultura no mundo nunca me convenceu, haja vista o inglês, língua franca que possui dois sistemas de escrita, o britânico e o americano, o que nunca lhe impediu chegar ao posto que ocupa no mundo.
Orthographe
Je n'ai jamais compris pourqu'on en français on dit orthographe et pas orthographie. Les mots composés du grec γραφία (graphia) se terminent toujours par graphie en français, sauf orthographe. Je voudrais bien y trouver une explication.
Thursday, July 5, 2007
Zaretušovat
Jednoho dne mě napadlo, že sloveso zaretušovat má dvě předpony. První se pozná snadno: za. To je jedna z mnoha českých předpon, jež tvoří dokonavá slovesa. Druhou, re, rozpoznáte jenom, pokud máte znalosti francouzštiny nebo jiných jazyků používajících tutéž předponu. Retušovat pochází z retoucher (re = zase, toucher = dotýkat se), ale je možné, že toto slovo přišlo do češtiny z němčiny, jazyka, jenž dal češtině mnoho slov. Neznám žádná jiná slova, která mají dva prefixy.
Monday, July 2, 2007
Elfenbein
Heute ist mir aus heiterem Himmel eingefallen, dass das Wort Elfenbein auf die von mir betrachtete alte Bedeutung von Bein = Knochen zurückgeht. Ich kam auf die Idee, als ich daran dachte, dass das niederländische been sowohl Bein als auch Knochen bedeutet (sieh das englische bone), mit dem einzigen Unterschied, dass der Plural der ersten Bedeutung benen und der zweiten beenderen lautet. Ich legte meinem Schüler die Herkunft des Wortes aus und fragte mich, was Elfen bedeuten könne, zu dem brachte mein Schüler vor, es könne Elefant heißen. Ich lehrte den Schüler, wie man Elefant auf Deutsch sagt, aber heute Abend, als ich heimkehrte, stellte ich fest, dass der Schüler Recht hat. Ich muss es ihm morgen ausrichten.
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